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sábado, 6 de setembro de 2008

Fotografia - Exposição - Miragens

Esta exposição apresentava uma fotonovela. Uma espécie de estória de estórias. Uma estória cheia de estórias.
Intitulou-se "Miragens" e esteve patente ao público em Julho de 2006 no IPJ (Instituto Português da Juventude) em Faro.

o sopro do bicho... é mágico!

Ateia-me, ao vento...




mais um passo no d'ouro dado.





Amigas de infância na menopausa



conversa a postes




Vim dar-te um segredo.




Hoje a moira não quer namorar.




Sémen de Sol na Ria Formosa.




Mas...eles amam-se, compaixão!!!




À Ordem do Azul.



O coração à sombrá do...

Fotografia - exposição - Bocadinhos de Verão

Na Casa da Cultura de Loulé em Outubro / Novembro de 2006.
( cartaz criado por Pedro Ricca)
Algumas das imagens que foram apresentadas na exposição:








quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Exposição de Fotografia - "Olhares de Dentro"

Olhares de Dentro

Algumas imagens da exposição de fotografia que abriu o Encontro de Escritores "Palavra Ibérica"que teve lugar em Punta Umbria - Espanha, em Março de 2008.
"Olhares de Dentro" representou a expressão portuguesa, a par da exposição, também de fotografia, de Angeles Santotomás, representante da expressão espanhola.
Esta exposição esteve patente ao público na sala de exposições do Teatro del Mar - Punta Umbria, entre Março e Junho de 2008.







Exposição de Fotografia e Poesia - "O Fluir do Sentir"

Exposição de Fotografia com Poesia que esteve patente ao público no
Centro de Arte Contemporânea da Amadora
(Alfragide)
entre 19 de Julho e 26 de Agosto de 2008





O Fluir do Sentir
(partes)
O instante ocorrido na urgência do acaso
rasga-se agora.

Separam-se as carnes das carnes
gastas de amanhecerem juntas.

Mordem-se os sonhos consumidos na nódoa
a existência esculpe outra urgência de ser.

E a carência avoluma a pressa que a vida tem de renascer.

As águas levam-te
com sabores de adeus defunto.

Tudo se abastarda na lembrança.
O colo contorce-se na estranheza.
Aposenta-se o rosto das coisas.

E cresce um véu de cetim
entre o que se atrasa de ti e o que resta de mim.



Cansada dispo-me de tempos e sonhos gastos
já mastigados e saturados de uma certa espera.

Cobiço novas primaveras e reclamo o adormecer
no mais profundo habitar das águas.


Amanhecem vulcões no despontar da vida sedenta de vida.
A dor do desejo funde o pico do incêndio com a aragem serena nas tardes de estio.
E desgoverna-se a posse das carnes que latejam em cantoria ensandecida.


Uivam os segredos da posse das pratas
aninhadas atrás do luar.

Mistério de gozo pré-sentido
nos lábios de um desejo antigo
que desata a caminhar.

Sussurros de vento quente
abatem-se nas veias
desfraldadas em intenso rufar.



Luxúrias despertas
abrem as comportas à deriva do navegar.

Hasteiam-se as velas do corpo.

Animais vivos dentro das carnes
arrebitam sensações de desconforto
que confortam.

E impõem gestos, arrebatamentos...

À deriva jorram sensações
que se esvaem no sussurro de um lamento.

Uma loucura quente
como chama aberta em líquido morno
invade tudo o que é da gente.

Rolam certezas e convicções num chorrilho de gemidos e orações
decapitadas

desventradas de interesse

ai o consolo das carnes que na mente rebenta e por tudo se alastra

ai que nos vamos neste mar de coisas boas
que nos arranca a cabeça

e nós
sem força
para resistir…

Ai… que nos arrasta…

O eu repartido em dois
o que quero e o que me assola

O que quero e o que não quero, querendo

E vem o olhar sobre o que dói,
o que é e o porquê
sobre o certo e o caminho

o que é e o que não é
do plano que se constrói
nas passadas que se dão

Um Outono em caramelo torna as coisas mais cremosas

venho inquietada de luz neste fim de tarde em estio

ancoro-me a uma poita antiga
e suspiro,
em paz comigo

trago aragens renovadas
e no peito
um bom amigo


Guardo a vida no meu saco
para o que amanhã for preciso

escorregam degraus pelos pés e amanhece outra aventura

com as carnes em sossego
sigo outra luz mais tranquila

um assobio derramado
dança inquieto
neste estar que é vagabundo

e vou-me à cata de oásis
por esta estrada sem fundo.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Exposição de fotografia e poesia no centro de arte contemporânea da amadora

Para ter uma ideia do conjunto da exposição visitar

http://www.tvamadora.com/default.aspx?newsid=141

Exposição de Fotografia "Sentir o Lugar - Tavira"

Algumas das fotos que compõem "Sentir o Lugar - Tavira".

"Sentir o Lugar - Tavira" integrou uma exposição colectiva intitulada "Geografias Variáveis" que esteve patente ao público no Palácio da Galeria em Tavira entre Março e Junho de 2008.

Fotos tiradas em Tavira, Santa Luzia e Praia do Barril.


(Auto-retrato)






(Espírito da Ponte)




(Interseccionismo na Álvaro de Campos- foto tirada na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos)




(Roma-Amor)



(Venho de longe, sempre aqui)




(Sonhos de Santa)






(Abraço de raiz)